sábado, 2 de agosto de 2014

O ESTADO DE ISRAEL MODERNO É ACONTECIMENTO BIBLICO

O Estado moderno de Israel e acontecimento Biblico, cumprimento de profecias, pois as promessas de DEUS ha Israel sao eternas e imutaveis, nao podem ser anuladas, falar ao contrario e ir contra a biblia,
vejamos:
Não temas, ó vermezinho de Jacó, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu Redentor é o Santo de Israel" (Is 41.14).
Uma promessa maravilhosa! Mas onde, como e quando esta ajuda para Israel pode ser encontrada hoje? Talvez, com os EUA? Não! Ou talvez com Deus, que permitiu o Holocausto e deixou ocorrer a "intifada" (rebelião dos palestinos)? Os inimigos, cegos de ódio, não poupam nenhum sacrifício, nem a própria vida para espezinhar o "vermezinho de Jacó" e provocar uma "solução final" para poder estabelecer o chamado Estado Palestino. E isso em Eretz Israel (a terra de Israel)! O mundo sem Deus prefere crer numa mentira histórica, ao invés de crer na Palavra de Deus eternamente válida.
Lembremo-nos mais uma vez do que Deus diz do "vermezinho de Jacó": "Porque tu és povo santo ao Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra. Não vos teve o Senhor afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o Senhor vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o Senhor vos tirou com mão poderosa e vos resgatou da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito" (Dt 7.6-8).
Do "vermezinho de Jacó" brotou Davi, o "Meleque (= rei) de Israel", que escolheu ser pequeno e humilde diante de Deus. Pela graça de Deus ele pôde subir ao "trono de Davi" como rei terreno e precursor do eterno Rei da Paz, Jesus Cristo.
Deus não escolhe quem busca poder, status e fama. Pelo contrário: "Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes" (1 Co 1.27). Esse é um princípio divino, que se estende por todo o Plano de Salvação.
"Palestina", como Israel é chamado por muitos hoje, é uma designação falsa, pois essa palavra é uma derivação de "pelishtim" ou "Filístia". Na verdade Israel foi oprimido temporariamente pelo "povo do mar", os filisteus, mas os conhecedores da Bíblia sabem que Davi acertou as contas com Golias e os filisteus foram vencidos. Em tempo algum a terra de Israel pertenceu aos filisteus ou aos palestinos. Os moradores da terra, antes que Israel a ocupasse, foram as gerações dos cananeus: "Canaã gerou a Sidom, seu primogênito, e a Hete, e aos jebuseus, aos amorreus, aos girgaseus, aos heveus, aos arqueus, aos sineus, aos arvadeus, aos zemareus e aos hamateus; e depois se espalharam as famílias dos cananeus. E o limite dos cananeus foi desde Sidom, indo para Gerar, até Gaza, indo para Sodoma, Gomorra, Admá e Zeboim, até Lasa" (Gn 10.15-19), e a terra se chamava Canaã. "Habitou Abrão na terra de Canaã; e Ló, nas cidades da campina e ia armando as suas tendas até Sodoma" (Gn 13.12). Depois que Ló havia se separado de Abraão, este recebeu novamente uma confirmação da parte de Deus: "Ergue os olhos e olha desde onde estás para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente; porque toda essa terra (Canaã) que vês, eu ta darei, a ti e à tua descendência, para sempre" (Gn 13.14-15).
Quando Israel entrou em Canaã, Josué recebeu a ordem divina: "Moisés, meu servo, é morto; dispõe-te, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés" (Js 1.2-3). Depois de quarenta anos de peregrinação pelo deserto, a terra de Canaã foi a pátria de Israel durante 1.500 anos até a destruição do templo no ano 70 d.C. Então Israel foi espalhado entre os povos – até que no ano de 1948, foi-lhe novamente concedida uma pátria por decisão da ONU, mas com a imposição (infeliz) de dividi-la com os árabes.
Mas de onde vem, então, o nome Palestina? O imperador romano Adriano, que odiava os judeus e os cristãos, deu esse nome à terra no ano de 135 d.C., com a intenção de que não se fizesse mais referência "ao nome Judéia de Israel". Assim foi cunhado o falso nome "Palestina" e ele ficou sendo usado desde então. Infelizmente, até as sociedades bíblicas aceitaram essa falsa denominação e a usaram nos mapas em diversas Bíblias: Palestina, ao invés de Canaã.
Aqueles que atualmente se chamam de palestinos são árabes, sejam eles muçulmanos ou cristãos. No fundo a polêmica atual entre árabes e judeus (Israel) não é um problema étnico nem político, mas um problema religioso. E por isso, na verdade, somente a Bíblia pode mostrar o caminho certo para a solução do conflito.
Israel (= Jacó) é uma designação que se refere tanto ao povo como também à terra. Povo e terra formam uma unidade inseparável. Desta forma, a terra deve pertencer aos palestinos, ou seja, aos árabes? Jamais, pois o próprio Deus garante que ela pertence a Israel. As nações deveriam prestar atenção àquilo que Deus diz do Seu "vermezinho Israel" e como Ele o protege: "Porque aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho" (Zc 2.8b).
A história trágica de Israel mostra que desde o início da sua existência foi oprimido continuamente por poderes inimigos e até ameaçado pelo holocausto. Holocausto significa extermínio em massa, extinção, solução final do problema judeu. Isso já começou antigamente no Egito com Faraó, que tentou dizimar os hebreus. Mas tão certo como Faraó e seus exércitos se afogaram no Mar Vermelho, também Deus acertará as contas com os atuais inimigos de Israel. Naquele tempo ainda era um único inimigo que ameaçava a Israel, hoje são as nações. Desde 1948 Israel foi envolvido em cinco guerras, às quais sobreviveu vitoriosamente. Hoje um dos seus principais inimigos, que usa pedras, punhais e bombas, está bem no meio do seu território. Contra isso é difícil usar tanques, ou aviões. Por meio de guerras e atos terroristas morreram milhares de israelenses desde a fundação do Estado, e a desejada paz desvanece cada vez mais para o "vermezinho de Jacó". Altos dignitários da política vêm a Israel e se atrevem a dar "bons" conselhos e exortações, dizendo que os judeus deveriam ceder territórios. Mas nada nem ninguém anula as promessas que Deus deu a Jacó: "Disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó. Já não te chamarás Jacó, porém Israel será o teu nome. E lhe chamou Israel. Disse-lhe mais: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; sê fecundo e multiplica-te; uma nação e multidão de nações sairão de ti, e reis procederão de ti. A terra que dei a Abraão e a Isaque dar-te-ei a ti e, depois de ti, à tua descendência" (Gn 35.10-12). Mas nem o povo como um todo nem o governo se firma nessa promessa, e infelizmente segue o caminho da "angústia de Jacó", conforme Jeremias 30.7-10: "Ah! Que grande é aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela. Naquele dia, diz o Senhor dos Exércitos, eu quebrarei o seu jugo de sobre o teu pescoço e quebrarei os teus canzis; e nunca mais estrangeiros farão escravo este povo, que servirá ao Senhor, seu Deus, como também a Davi, seu rei, que lhe levantarei. Não temas, pois, meu servo, Jacó, diz o Senhor, nem te espantes, ó Israel; pois eis que te livrarei das terras de longe e à tua descendência, da terra do exílio; Jacó voltará e ficará tranqüilo e em sossego; e não haverá quem o atemorize".
Nosso coração anseia por isso! A nossa oração sempre deve ser que, sem demora, Israel seja conduzido ao encontro do destino que Deus planejou para ele! Para isso é preciso ter fé baseada nas Escrituras e perseverança, não se deixando determinar pelo mal e pelo que é atualmente visível, mas sim, firmando-se nas imutáveis promessas de Deus!
Deus o chama de "vermezinho de Jacó". O Israel moderno – e "vermezinho de Jacó", será que isso combina? Ou Deus deveria fazer uma correção e mudar-lhe o nome? Com essa humilde terminologia divina ofenderíamos Israel diretamente. No máximo, esta expressão talvez possa ser engolida nas piadas judaicas ou no humor do escritor satírico israelense Ephraim Kishon. Israel se orgulha dos seus progressos tecnológicos. E não só por isso, pois em todas as áreas os judeus realizam coisas inovadoras. Por exemplo, em tempo recorde eles criaram um jardim florido e belas cidades nas areias do deserto. Não se consegue enumerar tudo o que eles estão conseguindo e realizando. E nós nos admiramos e nos alegramos com o seu sucesso, e naturalmente também porque foram vitoriosos nas cinco guerras, das quais se viram obrigados a participar. E se houver guerra novamente, Israel está preparado – e como!
Contudo, falta o essencial ao povo de Deus hoje: a confiança no Deus de seus pais Abraão, Isaque e Jacó. Israel quer ser como todos os outros povos e esquece o seu Deus. Por isso, hoje em dia, há medo e perplexidade por toda parte. Alastram-se a anarquia e a imoralidade em Israel como acontece nas outras nações. No Knesset (Parlamento) ninguém se levanta e chama ao retorno para o Deus dos pais. Para onde isso vai levar? Para a "angústia de Jacó", a Grande Tribulação. Só se pode implorar: "Senhor, tenha misericórdia deles e abrevie esse tempo!" O próprio Deus é fiador da salvação e do renascimento de Israel, que o Messias, Yeshua, Jesus Cristo, trará. Então se cumprirá o que está escrito: "Eu, o Senhor, te chamei em justiça; tomar-te-ei pela mão, e te guardarei, e te farei mediador da aliança com o povo e luz para os gentios" (Is 42.6). Por isso: nós, que amamos o judeu Jesus, formemos uma muralha de orações ao redor do"vermezinho de Jacó"! Assim o problema com os vizinhos de Israel, hoje ainda inimigos, estará resolvido: "Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra das minhas mãos, e Israel, minha herança" (Is 19.25b).
Com absoluta certeza o "vermezinho de Jacó" pode contar com a ajuda do Senhor, pois seu Redentor, o próprio Santo de Israel, comprometeu-se com Sua promessa: "Desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias; desposar-te-ei comigo em fidelidade, e conhecerás ao Senhor" (Os 2.19-20).
Naquele tempo, segundo o direito judaico, o noivado era bem mais significativo do que nos costumes do Ocidente. Um casal de noivos ficava comprometido um com o outro, pois o noivo pagava um dote por ocasião do noivado. Com isso o acordo estava selado. Em que consiste o dote em relação a Israel? "Em justiça, em juízo, e em benignidade e em misericórdias... e em fidelidade!" Qual é o fundamento de um noivado? Evidentemente é o amor! Além disso, o Senhor ainda lhes deu Seu Filho unigênito. Portanto, o que mais Israel pode esperar de Deus? Encontramos a resposta em Romanos 11.29: "Porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis" e: "se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo" (2 Tm 2.13).
Deus cumpriu Seu juramento e continua cumprindo-o. – E Israel? "Veio para o que era seu, e os seus não o receberam" (Jo 1.11). E: "Não queremos que este reine sobre nós" (Lc 19.14b). Que tragédia para a própria desgraça! Que grande ofensa a Deus e a Seu Filho! Como deve ter sido dolorosa para Eles a recusa desse amor! Ouvimos como um lamento:"Estendi as mãos todo dia a um povo rebelde, que anda por caminho que não é bom, seguindo os seus próprios pensamentos" (Is 65.2). Por isso Israel ainda tem de passar pelo juízo redentor, pois Deus diz por meio de Samuel: "Se, porém, não derdes ouvidos à voz do Senhor, mas, antes, fordes rebeldes ao seu mandado, a mão do Senhor será contra vós outros, com foi contra vossos pais" (1 Sm 12.15). – "Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça" (Is 59.1-2).
Poderíamos continuar jogando sobre Israel muitas outras passagens bíblicas que falam de condenação. Esta é a nossa tarefa? De maneira nenhuma! Isso não compete a nós! Nesse sentido nos chama a atenção a insistente exortação do apóstolo Paulo: "Não te ensoberbeças, mas teme. Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, também não te poupará" (Rm 11.20b-21). Por acaso será que nós temos sido continuamente fiéis ao Senhor? Infelizmente, não! Somos nós melhores do que o "vermezinho de Jacó?" De modo algum! É vergonhoso constatar que o anti-semitismo não se alastra apenas nos círculos políticos, mas até em igrejas isso tem acontecido – e contagiado membros de grupos cristãos.
Desde a escolha de Israel, como povo de propriedade de Deus, o inimigo tem sempre procurado destruí-lo. Ele costuma usar dirigentes políticos como Hitler, Nasser, Kaddafi, Yasser Arafat, mas também a imprensa de esquerda. O Holocausto começou com Faraó. Na peregrinação pelo deserto foi o rei Balaque que usou os serviços do renomado adivinho e "vidente" Balaão. Este era uma sumidade no terreno do ocultismo. Balaão deveria amaldiçoar Israel por meio de suas temidas maldições mágicas, o que falhou apesar de diversas tentativas. Contra a vontade de Balaque e Balaão, ao invés de maldição, esse falso profeta teve de pronunciar as mais gloriosas palavras de bênção: "Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem... uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro" (Nm 24.9b e 17a).
A história de Israel, em muitos trechos, é uma história de sofrimentos trágicos. Finalmente houve na Suíça e em alguns outros países uma disposição para rever a História e ressarcir danos materiais às vítimas do Holocausto e seus descendentes, e se fala de revisar o passado. Mas além disso também seria importante revisar a História de Israel, sua origem e suas promessas como são ensinadas em escolas e universidades. Para isso, porém, seria necessário estudar a Bíblia! Como, entretanto, as nações e seus dirigentes estão cegos e não têm mais compromisso com a Bíblia, continuam presos à velha e antiga culpa, que é impossível de ser reparada com quaisquer bens materiais. Ninguém pode resgatar sua culpa por meio de ouro ou dinheiro! Deus não aceita nenhuma negociação de indulgências. A Palavra de Deus diz que as nações se tornaram cegas: "obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração" (Ef 4.18).
Alguém que odiava os judeus perguntou a um velho judeu:
"O que você pensa que acontecerá com o seu povo se nós continuarmos perseguindo vocês"? O judeu respondeu: "Haverá um novo feriado para nós!" "O que você quer dizer com isso?", perguntou o outro, "como vocês podem ter um novo feriado se continuarmos perseguindo vocês?" O velho judeu disse: "Veja bem, Faraó quis nos exterminar – e nós recebemos um feriado: a Páscoa! Hamã quis enforcar Mordecai e exterminar todos os judeus – e nós recebemos um novo feriado: Purim! Antiôco, o rei da Síria, quis exterminar os judeus. Ele ofereceu um porco ao deus Júpiter no templo – e Israel recebeu outro feriado: Hanucah! Hitler quis nos exterminar – e nós recebemos mais um feriado: Yom Ha’atzmaut, o Dia da Independência! Os jordanianos ocuparam Jerusalém Oriental durante 19 anos, impedindo-nos de orar no Muro das Lamentações, até que, no ano de 1967, nossos soldados libertaram Jerusalém Oriental. Desde então festejamos anualmente o Yom Yerushalaym, o Dia de Jerusalém! E caso continuarem nos perseguindo, receberemos mais feriados da parte de Deus!" E o velho judeu tem razão!
Esta história continua sendo escrita: Israel receberá outro feriado. O monumento já foi levantado. No mundo inteiro só existe um único monumento a uma guerra que ainda não aconteceu. Qualquer um tem a oportunidade de vê-lo em Megido, e a placa indicativa diz que, de acordo com Apocalipse 16.16, Deus reunirá as nações para a guerra em Armagedom. Mas não somente isso. Também se cumprirá Zacarias 14.12 assim que os inimigos de Israel atacarem Jerusalém, e a sentença está lavrada: "Esta será a praga com que o Senhor ferirá a todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: a sua carne se apodrecerá, estando eles de pé, apodrecer-se-lhes-ão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na boca." Por causa das armas químicas, esse cenário apocalíptico se torna compreensível. Mas nós cremos na promessa divina: "Porque eu sou contigo, diz o Senhor, para salvar-te; por isso, darei cabo de todas as nações entre as quais te espalhei; de ti, porém, não darei cabo, mas castigar-te-ei em justa medida e de todo não te inocentarei" (Jr 30.11).
Da mesma maneira Deus procedeu com os israelitas na Pérsia. O livro de Ester relata uma história estranha, que soa como um conto de fadas das mil e uma noites. A vida majestosa e cheia de pompa do Oriente e as intrigas que faziam parte da corte real da Pérsia são descritas de maneira muito realista: uma grande parte de Israel não conseguia se decidir a obedecer aos profetas, Isaías e Jeremias, para deixar a Babilônia e voltar para a sua terra, embora a ordem do Senhor fosse clara: "Saí da Babilônia, fugi de entre os caldeus" (Is 48.20a), e "Saí do meio dela, ó povo meu, e salve cada um a sua vida do brasume da ira do Senhor" (Jr 51.45). O período de 70 anos de cativeiro no exílio, conforme os profetas haviam anunciado, estava no fim. O templo deveria ser novamente edificado em Jerusalém e os sacrifícios reinstituídos. Mas os judeus que haviam ficado não mostraram nenhuma vontade nesse sentido. Obviamente eles preferiram se assimilar e se acomodar na terra próspera onde se encontravam. Aí se manifestou novamente a desobediência obstinada: "Mas o meu povo não me quis escutar a voz, e Israel não me atendeu. Assim, deixei-o andar na teimosia do seu coração; siga os seus próprios conselhos" (Sl 81.11-12). Isso teve por conseqüência inevitável: "Mas, porque clamei, e vós recusastes; porque estendi a mão, e não houve quem atendesse; antes, rejeitastes todo o meu conselho e não quisestes a minha repreensão, também eu me rirei na vossa desventura, e, em vindo o vosso terror, eu zombarei" (Pv 1.24-26).
Esta não é uma séria advertência para nós? Quem pensa que sabe tudo melhor e persiste na teimosia, traz sobre si infortúnio e infelicidade. Foi a grande misericórdia de Deus que fez com que Ele, assim mesmo, aceitasse Seu povo desesperado e o salvasse para a Sua honra. A Sua misericordiosa providencial protegeu o resto do povo do aniquilamento total, e Ele também o fará no futuro! A decisão de Hamã de exterminar os judeus e enforcar Mordecai foi frustrada pelo corajoso ato da Hadassa (= Ester). "Se morrer, morrerei"! Com essa decisão corajosa ela não apenas frustrou o plano de Hamã, mas também do rei, agindo em favor do seu povo. E Hamã experimentou o dito: aquele que prepara uma forca para Israel será pendurado nela!
Mas hoje, quem tem coragem de falar a favor de Israel? Aquele que abençoa Israel será abençoado! Em memória do maravilhoso livramento da mão de Hamã, Israel festeja a cada ano, no dia 14 de adar, a Festa de Purim. Todavia, o dia de grande alegria ainda está por vir, pois Isaías anuncia ao "vermezinho de Jacó": "Em lugar da vossa vergonha, tereis dupla honra; em lugar da afronta, exultareis na vossa herança; por isso, na vossa terra possuireis o dobro e tereis perpétua alegria" (Is 61.7). 


HISTORIA DE ISRAEL

A promessa de DEUS para Israel e eterna, a terra que DEUS prometeu a Israel pertence aos israelitas por possessão eterna, a retorno de Israel em 1948 e um acontecimento Bíblico, falar que Israel não tem mais promessas de DEUS e antibíblico e herético, vai contra a palavra de DEUS, alguns cristao deturpam a biblia colocando e tirando contextos onde nao existe, a palavra de DEUS e clara em sua promessas com Israel, sao promessas peculiares, a igreja tem promessas mas Israel tem suas promessas na terra de canaã, vejamos em baixo a historia de israel

1. Por que a aliança de Deus é imutável e pode ser mantida para sempre?

Porque está baseada na graça, e não na lei. Tem sua existência eterna na fidelidade e santidade de Deus. Nem mesmo a infidelidade da geração descendente de Davi invalidou a aliança com Deus (cf. Sl 89.30-33). Naturalmente isso teve conseqüências para aquela geração mas não interferiu na própria aliança. Quando Salomão andou por seus próprios caminhos, Deus respondeu dividindo o reino e anunciando o reinado de Jeroboão sobre as dez tribos. O Senhor disse: “Por isso, afligirei a descendência de Davi; todavia, não para sempre” (1 Rs 11.39).
O Salmo 89 cita oito vezes a palavra graça ou suas correlacionadas (v.1, “misericórdias”; v.2, “benignidade”; v.14, “graça”; v.17, “favor”; v.24, “bondade”; v.28, “graça”; v.33, “bondade”; v.49, “benignidade”).
Há quatro menções à aliança nesse Salmo (vv.3, 28, 34 e 39).
O conceito da eternidade (“para sempre”) aparece seis vezes (vv.2, 4, 28, 29, 36, 37).
A fidelidade de Deus é referida sete vezes (vv.1, 2, 5, 8, 24, 33, 49).
E há cinco menções ao trono (vv.4, 14, 29, 36, 44).
Deus também falou da Sua aliança eterna com Davi pela boca do profeta Jeremias: “Assim diz o Senhor: Se a minha aliança com o dia e com a noite não permanecer, e eu não mantiver as leis fixas dos céus e da terra, também rejeitarei a descendência de Jacó e de Davi, meu servo, de modo que não tome da sua descendência quem domine sobre a descendência de Abraão, Isaque e Jacó; porque lhes restaurarei a sorte e deles me apiedarei” (Jr 33.25-26; cf. também Gn 15.18-21; 17; Êx 33.1-2; Lv 26.41-42,44-45; Dt 4.30-31; 2 Sm 23.5; 2 Rs 13.23; Sl 105.8-11; Sl 132.11ss.).
Essa profusão de menções à aliança também é uma clara indicação de que todas as doze tribos de Israel serão preservadas, retornando no final, mesmo que hoje sua identificação ainda seja difícil.

2. Quando teve início a aliança de Deus com Davi?

Já na escolha de Davi como rei de Israel. Basta atentar para a palavra “poder”, “óleo” ou “ungir”: “...no teu favor avulta o nosso poder...” (Sl 89.17). “...com o meu santo óleo o ungi” (v.20). “...e em meu nome crescerá o seu poder” (v. 24).
Deus mandou o profeta Natã dizer a Davi: “Mas a minha misericórdia se não apartará dele, como a retirei de Saul, a quem tirei de diante de ti. Porém a tua casa e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti; teu trono será estabelecido para sempre” (2 Sm 7.15-16).
Há uma diferença profética muito significativa entre a unção de Saul e a unção de Davi para serem reis. No caso de Saul lemos: “Tomou Samuel um vaso de azeite, e lho derramou sobre a cabeça, e o beijou, e disse: Não te ungiu, porventura, o Senhor por príncipe sobre a sua herança, o povo de Israel?” (1 Sm 10.1). Quando Davi foi ungido rei, o relato diz: “Tomou Samuel o chifre do azeite e o ungiu no meio de seus irmãos; e, daquele dia em diante, o Espírito do Senhor se apossou de Davi...” (1 Sm 16.13). O vaso de azeite é quebrável, já o chifre de azeite não é. Essa é uma indicação profética da fragilidade do reinado de Saul e da durabilidade do reinado de Davi.
Saul foi instituído rei por Deus, mas não havia sido Seu eleito; ele era um rei mais de acordo com a vontade do povo (1 Sm 12.13). Já Davi era homem segundo o coração de Deus e eleito pelo Senhor (2 Cr 6.5-6).
Quando Saul foi morto pelos filisteus, Davi lamentou sua morte: “Montes de Gilboa, não caia sobre vós nem orvalho, nem chuva, nem haja aí campos que produzam ofertas, pois neles foi profanado(quebrado) o escudo dos valentes, o escudo de Saul, que jamais será ungido com óleo” (2 Sm 1.21). Já sobre Davi está escrito: “A minha fidelidade e a minha bondade o hão de acompanhar, e em meu nome crescerá o seu poder” (Sl 89.24).

3. A que se relaciona a aliança?

a) Às pessoas de Davi, Salomão e seus descendentes: “...também o Senhor te faz saber que ele, oSenhor, te fará casa. Quando teus dias se cumprirem e descansares com teus pais, então, farei levantar depois de ti o teu descendente, que procederá de ti, e estabelecerei o seu reino. Este edificará uma casa ao meu nome, e eu estabelecerei para sempre o trono do seu reino. Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho; se vier a transgredir, castigá-lo-ei com varas de homens e com açoites de filhos de homens. Mas a minha misericórdia se não apartará dele, como a retirei de Saul, a quem tirei de diante de ti. Porém a tua casa e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti; teu trono será estabelecido para sempre” (2 Sm 7.11-16).
b) Além das pessoas, diz respeito ao trono: “Este edificará uma casa ao meu nome, e eu estabelecerei para sempre o trono do seu reino... Porém a tua casa e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti; teu trono será estabelecido para sempre” (2 Sm 7.13,16).
O Salmo 89 fala do trono de modo muito especial: “Para sempre estabelecerei a tua posteridade e firmarei o teu trono de geração em geração” (v.4). “Farei durar para sempre a sua descendência; e, o seu trono, como os dias do céu” (v. 29). “A sua posteridade durará para sempre, e o seu trono, como o sol perante mim” (v.36).
Se a promessa dependesse de quem se assenta no trono, ela já teria se tornado ultrapassada e inválida com Salomão. Mas como a promessa está baseada, por um lado, em Deus, em Sua graça, fidelidade e santidade, e, por outro lado, no trono, ela não tem como ser invalidada.

c) Jesus, o Messias. Davi aparentemente percebeu isso e disse a respeito da aliança que Deus tinha feito com ele: “Foi isso ainda pouco aos teus olhos, Senhor Deus, de maneira que também falaste a respeito da casa de teu servo para tempos distantes; e isto é instrução para todos os homens, óSenhor Deus” (2 Sm 7.19).
Uma passagem paralela no livro das Crônicas, apesar de ter outras ênfases, certamente tem algum significado profético: “...e também te fiz saber que o Senhor te edificaria uma casa. Há de ser que, quando teus dias se cumprirem, e tiveres de ir para junto de teus pais, então, farei levantar depois de ti o teu descendente, que será dos teus filhos, e estabelecerei o seu reino. Esse me edificará casa; e eu estabelecerei o seu trono para sempre. Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho; a minha misericórdia não apartarei dele, como a retirei daquele que foi antes de ti. Mas o confirmarei na minha casa e no meu reino para sempre, e o seu trono será estabelecido para sempre” (1 Cr 17.10-14).
• Aqui Salomão não é mencionado como descendente direto de Davi, que subiria ao trono, mas como o “descendente depois de ti, que será dos teus filhos”. Essa indicação não se refere nem a Salomão nem a outro filho seu, mas a um descendente futuro da linhagem de Davi.
• A possibilidade de pecado não é mencionada nesse texto, pois pelo visto esse descendente não pecará.
• Ele próprio, Seu trono e Seu reinado durarão para sempre. Não é só o trono que permanecerá para sempre, mas também a pessoa que se assenta no trono.
Essa profecia não pode estar relacionada a ninguém mais além de Jesus Cristo, que o anjo Gabriel anunciou da seguinte forma a Maria: “Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu reinado não terá fim” (Lc 1.32-33). E por referir-se a Jesus, o Salmo 89.24 também diz: “A minha fidelidade e a minha bondade o hão de acompanhar, e em meu nome crescerá o seu poder”.

4. Qual é a conseqüência dessa aliança?

1. Israel precisa ser preservado como povo.
2. Israel como nação deve possuir a terra. Portanto, os judeus devem retornar a ela. A existência do Estado judeu é uma premissa básica para isso.
3. Jesus tem de retornar literalmente como Messias.
4. É preciso existir um reino literal. Quando Natã, incumbido por Deus, disse a Davi que o seu “reino”seria “estabelecido para sempre” e que seu “trono” existiria “para sempre”, Davi respondeu ao Senhor:“Quem há como o teu povo, como Israel, gente única na terra, a quem tu, ó Deus, foste resgatar para ser teu povo? E para fazer a ti mesmo um nome e fazer a teu povo estas grandes e tremendas coisas, para a tua terra, diante do teu povo, que tu resgataste do Egito, desterrando as nações e seus deuses? Estabeleceste teu povo Israel por teu povo para sempre e tu, ó Senhor, te fizeste o seu Deus. Agora, pois, ó Senhor Deus, quanto a esta palavra que disseste acerca de teu servo e acerca da sua casa, confirma-a para sempre e faze como falaste. Seja para sempre engrandecido o teu nome, e diga-se: O Senhor dos Exércitos é Deus sobre Israel; e a casa de Davi, teu servo, será estabelecida diante de ti” (2 Sm 7.23-26).
No Salmo 89.38-49 parece que Etã não entende mais a promessa que Deus fez a Davi. Antes Etã lembrava as promessas eternamente válidas de Deus a Davi e louvava ao Senhor por isso. Mas ele não conseguia conectá-las com a realidade que estava diante de seus olhos. O que via era totalmente diferente do que Deus tinha prometido. O que via em seus dias não combinava em nada com as promessas dadas por Deus. Parece haver uma enorme diferença entre a teoria e a prática. O que estava acontecendo? Será que Deus estava quebrando Sua palavra? Seria possível que Ele tivesse rompido a aliança feita com Davi? Será que já não era possível continuar confiando nEle?
Etã está debaixo de uma insuportável tensão entre a fé na palavra de Deus e a realidade histórica. Por isso, ele questiona consternado: “Que é feito, Senhor, das tuas benignidades de outrora, juradas a Davi por tua fidelidade?” (Sl 89.49).
A coroa de Israel caiu (aparentemente não há mais dinastia real). O trono ruiu, os muros foram derrubados, o templo destruído, os inimigos estão dominando. O reino de Israel foi dividido. Então vieram os inimigos – assírios, babilônios, gregos, Antíoco Epifânio, os romanos – e os judeus foram espalhados entre todas as nações. Além de tudo, ainda aconteceu o Holocausto... Isso realmente pode despertar dúvidas como as de Etã: “Que é feito, Senhor, das tuas benignidades de outrora, juradas a Davi por tua fidelidade?”
Mas Etã não pára por aí; ele suplica: “Lembra-te, Senhor, do opróbrio dos teus servos e de como trago no peito a injúria de muitos povos, com que, Senhor, os teus inimigos têm vilipendiado, sim, vilipendiado os passos do teu ungido” (Sl 89.50-51).
Por que esse afastamento de Israel, essa separação entre a aliança com Davi e a realidade histórica vivenciada? – Porque Deus suspendeu temporariamente a aliança prometida a Davi para que as nações também fossem incluídas na salvação de Jesus, tornando-se participantes da Nova Aliança. No século VIII a.C. o Senhor tinha anunciado por meio de Isaías: “Por breve momento te deixei, mas com grandes misericórdias torno a acolher-te; num ímpeto de indignação, escondi de ti a minha face por um momento; mas com misericórdia eterna me compadeço de ti, diz o Senhor, o teu Redentor... Porque os montes se retirarão, e os outeiros serão removidos; mas a minha misericórdia não se apartará de ti, e a aliança da minha paz não será removida, diz o Senhor, que se compadece de ti” (Is 54.7-8,10).
Israel tirado do meio das nações e reunido como povo é premissa indispensável para a volta de Jesus. Na verdade, será como desenrolar o tapete vermelho para o Rei que vem chegando.
No capítulo seguinte de Isaías Deus continua o raciocínio e deixa claro que (1) a aliança com Davi é válida e que (2) a aliança serve às nações. Desde Pentecostes as nações usufruem dessa verdade salvadora. No reino vindouro de Jesus Cristo a aliança terá sido cumprida, tanto para Israel quanto para as nações. O Senhor convida por meio do profeta Isaías: “Inclinai os ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, que consiste nas fiéis misericórdias prometidas a Davi (veja At 13.34). Eis que eu o dei por testemunho aos povos, como príncipe e governador dos povos. Eis que chamarás a uma nação que não conheces, e uma nação que nunca te conheceu correrá para junto de ti, por amor do Senhor, teu Deus, e do Santo de Israel, porque este te glorificou” (Is 55.3-5).
O apóstolo Paulo explica a quebra da aliança aos cristãos de Roma: “Pergunto, pois: porventura, tropeçaram para que caíssem? De modo nenhum! Mas, pela sua transgressão, veio a salvação aos gentios, para pô-los em ciúmes... assim também estes, agora, foram desobedientes, para que, igualmente, eles alcancem misericórdia, à vista da que vos foi concedida” (Rm 11.11,31). Ele esclarece esse mistério, dizendo: “Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não sejais presumidos em vós mesmos): que veio endurecimento em parte a Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios. E, assim, todo o Israel será salvo, como está escrito: Virá de Sião o Libertador e ele apartará de Jacó as impiedades. Esta é a minha aliança com eles, quando eu tirar os seus pecados. Quanto ao evangelho, são eles inimigos por vossa causa; quanto, porém, à eleição, amados por causa dos patriarcas; porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis” (vv.25-29). A aliança de Davi foi interrompida para oferecer a possibilidade de salvação às nações.

A doxologia da aliança

A palavra grega doxologia pode ser traduzida como forma de louvor litúrgico. No final, Etã deve ter alcançado uma libertadora convicção interior, mas ela não é revelada a nós. Ele não mais se expressa sobre isso, mas irrompe em maravilhosa adoração: “Bendito seja o Senhor para sempre! Amém e amém!” (Sl 89.52).
Agora ele tinha certeza absoluta: o Senhor não quebra Sua palavra, Ele permanece fiel! Às vezes, o caminho é diferente daquele que desejamos, mas no final tudo fica bem e todos se unirão no louvor a Deus: “Bendito seja o Senhor para sempre!” Ele transformará tudo em final feliz e concluirá perfeitamente Seu plano de salvação!
Paulo também reconheceu essa realidade e por isso jubila de forma semelhante (no capítulo 11 da Carta aos Romanos): “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído? Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém” (Rm 11.33-36).
Ninguém terá sucesso em se opor ao Senhor, ao Seu Ungido ou ao Seu povo. É o que também expressa o Salmo 89.22: “O inimigo jamais o surpreenderá, nem o há de afligir o filho da perversidade(Anticristo?)”. O versículo 9 também fala da insuperável grandeza e do poder de Deus: “Dominas a fúria do mar; quando as suas ondas se levantam, tu as amainas”. Muitas vezes, água, mares e rios simbolizam as nações (cf. Is 8.7-8; 17.12-13; 28.15; 57.20; Sl 65.7-8; 93.3-4; 124.2-5; Ap 12.15; 13.1). Que o Senhor Jesus um dia reinará sobre as nações também está escrito no Salmo 89.25:“Porei a sua mão sobre o mar e a sua direita, sobre os rios”.

Pensamentos finais de exortação

No Salmo 89.20 lemos: “Encontrei Davi, meu servo; com o meu santo óleo o ungi”. Saul era o rei que o povo desejava; os israelitas viam somente o que estava diante de seus olhos. Mas Deus estava à procura de um coração que lhe fosse totalmente consagrado e encontrou-o em Davi. O que o Senhor encontra em nós?
Em Atos 13.22 está escrito: “E, tendo tirado a este, levantou-lhes o rei Davi, do qual também, dando testemunho, disse: Achei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará toda a minha vontade”. Davi serviu ao Senhor de todo coração até sua morte: “Porque, na verdade, tendo Davi servido à sua própria geração, conforme o desígnio de Deus, adormeceu, foi para junto de seus pais...” (At 13.36). Se o Senhor Jesus demorar com o Arrebatamento, quando estivermos perto da morte será que também poderemos dizer que servimos à vontade do Senhor até o fim?
O Senhor conduz tanto a Igreja quanto nossa vida pessoal ao seu alvo (Fp 1.6). Mesmo que muitos descendentes de Davi tenham falhado completamente, Deus conduzirá Israel ao alvo que propôs.

Encorajamento

Freqüentemente nós também não entendemos os caminhos de Deus e vivemos nessa tensão entre fé e experiência. Muitas coisas são totalmente diferentes do que imaginamos ou pensamos compreender a partir da Escritura. Às vezes sentimo-nos como Etã quando orou: “Que é feito, Senhor, das tuas benignidades de outrora, juradas a Davi por tua fidelidade?” (Sl 89.49). Muitos que esperam ansiosamente pelo Arrebatamento talvez já tenham dito a Jesus: “Senhor, afinal, quando virás? Já estou esperando há tanto tempo. Tua palavra não vai se cumprir nunca?”.
Os filhos de Deus são duramente provados, não somente sob o regime comunista na Coréia do Norte, na China, no Vietnã ou em países islâmicos. Também nos países cristãos há muito sofrimento e dor. E quando olhamos para Israel vemos que lá também há inúmeras dificuldades e que aparentemente não há solução para os problemas.
Como cristãos renascidos, preferimos receber novas vestes do que ser despidos delas. Muitos cristãos sinceros já pregaram sobre a vinda de Jesus para buscar Sua Igreja, ansiaram pelo Arrebatamento e contaram com ele durante seu tempo de vida. Mas ficaram doentes, ficaram idosos e o Senhor não os buscou. Pedro tem palavras de consolo para nós: “...que sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo. Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo; a quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória” (1 Pe 1.5-8).
Sejamos confiantes! Um dia os membros da Igreja de Jesus colocarão suas coroas aos pés de seu Senhor (veja Ap 4.10-11) e entoarão o louvor: “Bendito seja o Senhor para sempre! Amém, amém!” (Sl 89.52). Portanto, guarde o que você tem para que ninguém tome sua coroa (Ap 3.11). Afinal, só assim você terá algo para colocar aos pés do Senhor, para honrá-lO na eternidade! 

terça-feira, 3 de junho de 2014

Israel apresenta sistema capaz-de abater pequenos drones

A empresa militar israelense Rafael Advanced Defense Systems Ltda. afirmou que os planos de instalação do novo sistema de defesa antimíssil com base na tecnologia laser estão tomando forma.

A Rafael fará uma apresentação do sistema Feixe de Ferro, esta semana, no Show Aéreo de Singapura.
"É exatamente como no filme Star Wars. Pode-se ver como os feixes de laser sobem, atingido o alvo, como um raio", declarou o porta-voz oficial da empresa.
O Feixe de Ferro é projetado para abater pequenos drones, mísseis e morteiros.
israellivre.blogspot.com

Israel testa sistema antimísseis para voos comerciais

Israel testa sistema antimísseis para voos comerciais

AFP - Agence France-Presse
Publicação: 26/02/2014 17:37 Atualização:

Israel realizou com sucesso os testes de um novo sistema de defesa antimísseis destinado aos aviões comerciais, anunciou o Ministério israelense da Defesa nesta quarta-feira.
De acordo com a pasta, o sistema laser batizado de "SkyShield" (escudo do céu, em português) poderia detectar mísseis antiaéreos portáteis e confundir seu sistema de direção, tornando-os inoperantes.
"Os testes, realizados (...) no sul do país, foram os mais complexos e sofisticados já conduzidos pelo Estado de Israel", declarou o Ministério, em um comunicado.
"A série de testes incluiu uma grande variedade de ameaças que o sistema 'SkyShield' teria tido de enfrentar para proteger os aviões de transporte de passageiros", acrescentou.
O Ministério não informou quando o sistema entrará em serviço.
Em agosto passado, o aeroporto de Eilat, balneário israelense à beira do Mar Vermelho, foi fechado por um curto período de tempo por questões de segurança. Situado perto da península do Sinai egípcio, Eilat foi várias vezes alvo de lançamentos de foguetes transfronteiriços.
Nesta quarta, a imprensa israelense informou que o "SkyShield" é voltado para voos domésticos tendo esse aeroporto como destino, assim como para voos internacionais.
Em 28 de novembro de 2002, um avião da companhia israelense de Arkia, com 261 passageiros a bordo, escapou por pouco de dois lançamentos de mísseis portáteis, após sua decolagem do aeroporto de Mombaça, no Quênia.

FORÇA AEREA DE ISRAEL AUMENTARA SEU PODER EM 400%

IAF F-16
De acordo com o chefe da Força Aérea de Israel, as capacidades ofensivas da IDF (Forças de Defesa de Israel) vão quadruplicar até o final de 2014. Em um único dia, aviões israelenses podem atacar milhares de alvos terroristas e superar as conquistas da IDF durante operações prolongadas.
O major-general Amir Eshel, Comandante da Força Aérea de Israel, falou na semana passada na Décima Conferência Anual para a Segurança Nacional sobre a contribuição do poder aéreo para as capacidades estratégicas de Israel. O major-general Eshel discutiu as capacidades de ataque e de defesa da força aérea durante os tempos de guerra e operações de rotina.
“Eu acredito que as nossas capacidades ficam em segundo lugar, perdendo apenas para os Estados Unidos – a partir de um ponto de vista tanto ofensivo como defensivo”, disse o comandante da IAF, referindo-se a um salto significativo nas capacidades ao longo dos últimos dois anos. O comandante baseou sua opinião em uma avaliação de habilidades da IDF e conversas com oficiais de exércitos estrangeiros.
“Temos uma capacidade ofensiva sem precedentes, o que nos permite atacar com precisão milhares de alvos em um dia. Dobramos nossa capacidade duas vezes nos últimos dois anos. Até o final de 2014, vamos ver uma melhoria de 400 por cento para as nossas capacidades ofensivas em relação ao passado recente, como resultado de um longo processo de melhorias. ”
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Para ilustrar os avanços de Israel, o Comandante da IAF fez a comparação da nova eficácia da força aérea com outras conquistas nos últimos anos. “A força aérea no final de 2014, em menos de 24 horas, pode fazer o que ela fez em três dias, durante a Segunda Guerra do Líbano, e pode fazer em 12 horas o que ela fez em uma semana, durante a Operação Pilar de Defesa”.
O major-general Eshel afirmou que “Israel não pode permitir ataques de longo prazo. Precisamos vencer rapidamente. Um curto período de tempo, na minha opinião, é de poucos dias. Eu não acredito na realização de longas guerras “.
O chefe da força aérea argumentou que o poder de fogo preciso e de qualidade é a principal variável para alcançar a vitória. Para isso, ele disse: ” Não é o suficiente ter capacidade apenas técnica – precisamos adotar uma abordagem. Estamos falando de uma operação com potência total de todos da força aérea, abrangente, desde a abertura do esforço ofensivo, a fim de atacar de forma tão poderosa quanto possível e encurtar a guerra”.
“Nós podemos destruir as capacidades militares e infra-estrutura de apoio às atividades do Hezbollah em uma escala que exigiria décadas para reconstruir. [Poderíamos alcançar] um golpe direto na organização terrorista e tudo a que suporta em uma escala inimaginável”, disse o comandante da IAF.
IAF F-15
“Infelizmente, o Hezbollah levou seus ativos e os levou para as cidades “, acrescentou . Terroristas do Hezbollah se posicionam no fundo de áreas urbanas, onde usam casas de civis como escudos contra contra-ataques israelenses. Nos últimos anos, eles também têm dominado a técnica de desaparecer no subsolo.
“Este é um desafio muito importante, porque não quero ferir pessoas inocentes . Nós temos mais de uma vez casas que estão habitadas por cidadãos serão prejudicados … estes são alvos militares que apoiam o seu esforço de guerra. ”
Diante desses desafios, a IDF utiliza ataques de precisão para eliminar alvos terroristas – um método que também impede as operações em espiral nas guerras. “O que caracteriza o [nosso] poder aéreo é a nossa capacidade de controlar o seu impacto, e isso é muito importante durante os incidentes de combate entre guerras”, explicou o major-general Eshel. “Tudo é flexível e sujeito a alterações. Esta é a vantagem da força aérea: a capacidade de usar o martelo que foi feito para as guerras e usá-lo em uma capacidade mais limitada “.
FONTE: Israel Defense Forces / Tradução e adaptação Poder Aéreo, do original em inglês
NOTICIAS DE ISRAEL E AQUI: israellivre007.blogspot.com

terça-feira, 19 de março de 2013


Quem afinal precisa de Israel?

Pat Boone
A pergunta acima, literalmente ou por insinuação, está sendo muito divulgada em nossos dias, enquanto indivíduos e governos procuram desesperadamente soluções permanentes no Oriente Médio.
Muitos líderes políticos europeus e americanos — tendo ouvido as manifestações e a determinação de limpar Israel da face da terra, vindas de tipos como Yasser Arafat (da “Palestina”), Osama bin Laden (Arábia Saudita), Saddam Hussein (Iraque) e Mahmoud Ahmadinejad (Irã) e tantos outros indivíduos poderosos na região — estão chegando perigosamente ao ponto de decidir que o minúsculo país de Israel é o “espinho” da ordem mundial.
O pensamento lógico seguinte é: “Quem precisa de Israel? Deixem que seja eliminado, deixem que sua população seja dispersa (ou tenha outro destino), e o Oriente Médio poderá confortavelmente se estabelecer numa harmoniosa comunidade islâmica de nações. Problema resolvido!”
Que absurdo. Que cegueira suicida.
Acabo de chegar de um evento importantíssimo na capital dos Estados Unidos. Uma organização chamada Christians United for Israel (Cristãos Unidos por Israel), reuniu 4.000 pessoas de todos os50 estados em vários dias de sessões de instruções e estratégias, culminando num comício estimulante e poderoso no Centro de Convenções de Washington DC apresentando líderes judeus e os maiores líderes evangélicos celebrando as coisas que temos em comum e os laços que nos unem. No dia seguinte, vários milhares dos participantes se espalharam por Washington, fazendo lobby virtualmente com todos os deputados federais e senadores em favor de Israel e sua soberania.
Por que? Será que só nós não conseguíamos enxergar que todo esse esforço era inútil ou que estávamos nos preocupando desnecessariamente? Só nós não conseguíamos ver que o mundo seria melhor se Israel não existisse?
Não, todos nós vemos claramente que o mundo precisa de Israel. O mundo inteiro.
O que estou querendo dizer? Pense:
Israel, o centésimo menor país do mundo, com menos de um milésimo da população mundial, pode se orgulhar de muitos avanços surpreendentes na sociedade em quase todas as áreas!
O novo processador multi-core da Intel foi completamente desenvolvido em instalações localizadas em Israel. E o telefone celular, que hoje praticamente todo o mundo usa, foi desenvolvido em Israel pela Motorola, que tem o seu maior centro de desenvolvimento nesse pequeno país.
A tecnologia de voz por Protocolo de Internet (VoIP) foi originada em Israel.
O AirTrain JFK — o labirinto de trilho ferroviário de 13 km que liga o Aeroporto JFK ao trânsito de massa da Cidade de Nova Iorque — é protegido pelo sistema de vigilância Nextiva, desenvolvido em Israel.
Bill Gates chama Israel de “um importante competidor no mundo da alta tecnologia”; a maior parte do sistema operacional Windows NT foi desenvolvida pela Microsoft de Israel; a tecnologia do chip Pentium MMX foi projetada em Israel pela Intel; tanto a Microsoft quanto a Cisco construíram suas únicas instalações R&D fora dos EUA em Israel; e, com mais de 3.000 empresas de alta tecnologia, Israel tem a concentração mais elevada de empresas de alta tecnologia no mundo fora do Vale do Silício.
Entenda o seguinte fato: Israel lidera o mundo no número de cientistas e técnicos na força de trabalho, com 145 por 10.000 habitantes, em comparação com os EUA, que têm 85; 70 no Japão e menos de 60 na Alemanha. Com mais de 25 por cento de sua força de trabalho empregada em profissões técnicas, Israel lidera em primeiro lugar nessa categoria também!
Os exemplos não param.
O Instituto Weizmann de Ciência foi votado como “a melhor universidade do mundo para os biólogos conduzirem pesquisas”. Os pesquisadores de Israel…
…descobriram o gatilho molecular que provoca a sarna.
…desenvolveram o vazamento Ex-Press que dá alívio aos que sofrem de glaucoma.
…descobriram um teste de sangue que diagnostica ataques de coração — pelo telefone!
…descobriram uma combinação de estímulos elétricos e quimioterapia que faz com que as metástases cancerígenas desapareçam — e desenvolveram a primeira instrumentação de diagnóstico, totalmente computadorizada e sem radiação, para exames de câncer de mama!
…projetaram o primeiro sistema de vôo que protege aviões de passageiros e de carga contra ataques de mísseis.
…desenvolveram a primeira câmera de vídeo ingestível — tão minúscula que cabe numa pílula — usada para ver o intestino fino a partir de dentro, dando aos médicos a oportunidade de diagnosticar problemas digestivos e câncer!
…aperfeiçoaram um novo dispositivo que ajuda diretamente o coração a bombear sangue, uma inovação com o potencial de salvar vidas entre as pessoas que têm insuficiência cardíaca congestiva, sincronizando as operações mecânicas do coração por meio de um sistema sofisticado de sensores.
Essas são apenas algumas das contribuições recentes de Israel para o bem-estar do mundo.
Não dá para enumerar aqui o número enorme de invenções em Israel. Falta de água, aquecimento global, viagem espacial, antivírus, antivaríola, pressão sanguínea, energia solar, paralisia, diabete, armazenamento de dados — esses e centenas mais — estão sendo estudados pelos cientistas de Israel. Eles são pioneiros na pesquisa de DNA, usando finíssimos fios para criar transistores humanos que podem literalmente se construir — e desempenhando um papel importante na identificação de um gene defeituoso que provoca uma doença rara e geralmente fatal em bebês árabes!
Quem é que precisa de Israel? A pergunta certa é: quem é que não precisa de Israel?
Israel produz, de longe, mais jornais científicos per capita do que qualquer nação; tem o maior número de empresas se abrindo no mundo inteiro, só perdendo para os EUA; é número 1 no mundo nos fundos de empresas emergentes, financiando todos esses avanços; sua economia de 100 bilhões de dólares é maior do que toda a economia de seus vizinhos próximos juntos; e Israel é a única democracia liberal no Oriente Médio.
E embora mantenha, de longe, os mais elevados padrões de vida normal e renda per capita, ganhando até mesmo dos padrões da Inglaterra, Israel é a nação que mais absorve imigrantes na terra, proporcionalmente à sua população. É realmente uma maravilha sem paralelo em nosso tempo.
Aonde quero chegar com tudo isso?
Simplesmente que a própria idéia de eliminar ou mesmo desalojar Israel de sua pátria histórica é suicídio para o resto do mundo, não apenas para seus vizinhos árabes. Embora haja sinistras conseqüências bíblicas pronunciadas sobre aqueles que “amaldiçoam Israel”, há também bênçãos maravilhosas prometidas aos que “abençoam” Israel — e nós estamos vendo essas bênçãos reais, práticas e humanitárias se espalharem pelo mundo, abençoando toda a humanidade.
Pare apenas por um segundo e imagine um mundo hoje que jamais conhecesse Israel. E então vá mais além: Considerando os padrões de vida, ideologias e atitudes israelenses para com todos os que ousam discordar deles, imagine como seria nosso mundo se os inimigos de Israel governassem o mundo. Você preferiria viver num Irã, Iraque, Síria ou Afeganistão? Ou Israel?
Quem precisa de Israel? Vamos ser honestos. Todos nós precisamos.
Pat Boone, descendente do lendário Daniel Boone, já foi cantor de paradas de sucesso, estrela de seriados de TV, artista de Hollywood e escritor durante meio século. Ele é conhecido no Brasil pelo clássico filme A Cruz e o Punhal, onde ele faz o papel do Rev. David Wilkerson. Durante a era clássica do rock & roll na década de 1950, ele vendeu mais discos do que qualquer cantor, exceto Elvis Presley. Para conhecê-lo melhor, visite seu site em inglês.
noticias de Israel e aqui : israel-livre.blogspot.com.br

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Israel na Rio+20


Israel na Rio+20

Israel terá participação ativa durante a Conferência das Nações Unidas Sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, de 13 a 22 de junho de 2012. O ministro do meio ambiente, Gilad Erdan, confirmou presença no evento de 19 a 22 de junho, representando oficialmente o Governo de Israel.
Além da participação de empresas e ONGs israelenses nos eventos paralelos aos que acontecem na sede da Conferência, a delegação oficial de Israel contará com um espaço no Riocentro, na Barra da Tijuca, onde também participará das reuniões políticas e profissionais do início ao fim de todo o evento.
Os destaques da presença de Israel na Conferência se darão na quarta-feira, 20 de junho, quando acontece o curso rápido oferecido pelo Fundo Judaico Nacional (KKL), que aborda o título “reuso de água e arborização como meios de reabilitação de terras degradadas”, e o evento “compartilhando e formando parcerias nas soluções de tratamento de águas urbanas”, organizado pelo ministério da indústria, comércio e trabalho de Israel, que tomará como base a longa experiência do país nos assuntos relacionados a água. Outro destaque será o evento liderado por Israel que ocorre na sexta-feira, 22 de junho, sob o título “utilizando a agricultura verde para estimular o crescimento econômico, alcançar a segurança alimentar e a erradicação da pobreza”.

Sobre Israel

Para mais informações sobre Israel e suas políticas para o meio ambiente, acesse:
Como um país com escassez de recursos naturais, Israel está bem familiarizado com o desafio de fazer mais com menos. E muito tem sido feito na última década para atender aos desafios do desenvolvimento sustentável, como o desenvolvimento de programas para a sustentabilidade local, a definição de metas para energia renovável e conservação de energia, a formulação de um plano nacional para as alterações climáticas, o início de uma revolução na reciclagem de resíduos, a formulação de um plano nacional para redução da poluição do ar, a elaboração de um Plano Nacional de Biodiversidade e a decisão do governo sobre uma estratégia de crescimento verde.
Israel tem trabalhado sobre as principais questões que serão discutidas durante a Rio+20, esboçando as realizações do país e seus desafios, as metas para o futuro e sua posição frente à comunidade internacional em áreas como a indústria verde e inovação, gestão da água, agricultura sustentável, cidades verdes e gestão da biodiversidade.
O ministro Gilad Erdan afirma: "Durante o ano passado, Israel fez progressos importantes ao mover-se em direção a uma economia verde. Mais importante, em outubro de 2011, o nosso governo resolveu preparar uma estratégia de crescimento nacional verde para Israel. Nosso país tem sido reconhecido como líder mundial em tecnologias de água, demonstrando como é possível desenvolver e alimentar uma população crescente em uma terra com escassos recursos hídricos. O tempo chegou para nós servirmos como laboratório global para o desenvolvimento e aplicação de outras inovações que podem fornecer uma alimentação, energia e água seguras e limpas. Nosso futuro depende do curso que definimos hoje".
A escassez de recursos energéticos, água e terra foi um impulso para o desenvolvimento de tecnologias de ponta no país, em uma grande variedade de áreas que incluem a gestão de água, dessalinização da água do mar, agricultura e energia solar do deserto. Hoje, no entanto, uma mudança mais fundamental começou a emergir: um movimento em direção a uma economia verde.
Como um país orientado para a exportação, como um dos mais recentes membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e como membro da comunidade internacional, Israel reconhece a necessidade de ser dissociada a relação destrutiva entre o crescimento econômico e degradação ambiental, e mostrará isso nos próximos dias na Rio+20.

Vídeos sobre Israel Verde

1) Milhões de pessoas vão a Israel para visitar seus locais históricos. Mas o turismo ecológico cresce a cada ano. Assista: http://youtu.be/cI0LsHN_9gk
2) Israelenses criaram uma solução inovadora para combater a fome e a pesca predatória. Assista:http://youtu.be/B97xHCrSmq4
3) GloboNews – Cidades e Soluções – Especial “Água”:
- No primeiro programa sobre água, conheça as tecnologias que possibilitaram a agricultura em um país árido como Israel. Veja como essas técnicas são usadas na produção de frutas no Nordeste do Brasil. Assista: http://globotv.globo.com/globo-news/cidades-e-solucoes/v/veja-o-primeiro-programa-especial-sobre-agua/835449/
Planta de dessalinização em Israel.
- No segundo programa especial sobre água, saiba como Israel está transformando a água do mar em água potável. A mesma tecnologia ajuda a tirar da carência absoluta as populações do semi-árido brasileiro. Assista:http://globotv.globo.com/globo-news/cidades-e-solucoes/v/veja-o-segundo-programa-especial-sobre-agua/838712/

Meio Ambiente em Israel: História

Parque Nacional de Gan HaShlosha.
A origem da preocupação israelense com as questões ambientais se confunde com a história do sionismo e das primeiras ocupações judaicas no território da antiga Palestina, ao final do século 19. Em 1901 foi fundado o Fundo Nacional Judaico (KKL, na sigla em hebraico), durante o 5º Congresso Sionista. Ao adquirirem por meio de compra os primeiros lotes para a construção de fazendas coletivas, os sionistas se depararam com as enormes dificuldades em tornar o solo local cultivável. As características geológicas e climáticas da região praticamente tornavam impossível o cultivo de qualquer espécie. Foi necessário o estudo e a adaptação de inúmeros fatores para que se conseguisse colher os primeiros resultados práticos daquelas ocupações. Isto deu àqueles homens um conhecimento específico das técnicas ali desenvolvidas.
Em 1903, o KKL adquiriu suas primeiras terras: 50 acres em Hadera. Em 1905 foram compradas áreas próximas ao Mar da Galileia e em Ben Shemen, no centro do país.
Foram criadas novas e exclusivas técnicas de recuperação de solo, através da limpeza dos campos rochosos, a construção de terraços, drenagem de pântanos, dessalinização, reflorestamento, contenção de encostas etc. Em pouco tempo, desenvolveu-se uma prática padrão no trato com as terras locais que possibilitou a expansão dos projetos agrícolas e a aquisição de mais e maiores propriedades.
Plantio de mudas de árvores nativas nas encostas das montanhas de Gilboa, nos anos 60.
Em 1908 foi cultivada a primeira floresta do KKL: a "Floresta Herzl", em Ben Shemen. Desde então foram plantadas mais de 230 milhões de mudas, o que fez de Israel o único país no mundo que aumentou seu número de árvores na virada do século 20. No início as espécies predominantes eram variedades de pinheiros, porém, nas últimas décadas optou-se por uma maior diversificação, acrescentando-se carvalhos, alfarrobeiras e terebintos. Os cipestres são cultivados nas colinas desmatadas e nas planícies costeiras; o eucalipto, a tamargueira e a acácia azul adaptam-se melhor aos solos salinos dos desertos do Neguev e de Aravá. As árvores enriquecem e conservam o solo, evitando a erosão causada pela água e vento, e por isso ajudam a combater a desertificação. Elas também absorvem o dióxido de carbono, desestimulando o efeito estufa.
Após a independência, com o súbito aumento da população e a necessidade de se desenvolver uma agricultura de exportação, foi criada em 1953 a Sociedade para a Proteção da Natureza em Israel. Seus fundadores foram Azariah Alon e Amotz Zahavi e sua primeira missão foi coordenar a drenagem do Vale do Hula, com vistas à recuperação do solo e evitar a propagação da malária na região. No entanto, durante os primeiros anos do novo país, cuidou-se apenas das questões diretamente ligadas ao cultivo econômico. Logo, ficou evidente que haveria a necessidade de se zelar também pelas áreas naturais, com o manejo de florestas e bosques visando à recuperação climática e de recursos hídricos.
Em 1988, o governo de Israel criou um Ministério do Meio Ambiente. A decisão refletiu uma mudança na determinação nacional para enfrentar as questões ambientais. Nos últimos anos, Israel iniciou uma nova jornada, dando seus primeiros passos no caminho rumo ao desenvolvimento sustentável – desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem suas próprias necessidades.

Holanda usará sistema Israelense para carros elétricos

Até poucos anos atrás, o israelense de origem iraquiana Shai Agassi era conhecido como um nerd de altíssimo nível que trabalhava em Israel para a Pay Pal. Como tal, foi responsável por uma solução que fez da empresa uma líder mundial.
Mas isso era pouco para Shai e ele convenceu o Presidente de Israel, Shimon Peres, a aderir a um plano mirabolante de viabilizar um sistema nacional para que o país, a longo prazo, só tenha carros elétricos em suas ruas. Mas se o problema principal é a baixa duração das baterias, que permitem rodar no máximo 120 a 140 km de autonomia, como seria feito o projeto?
De forma surpreendente Shai inverteu a questão e, sem conseguir estender a autonomia da bateria, criou uma forma de trocá-la em tempo menor do que se abastece um tanque de combustível. Assim ele criou a Better Place, uma empresa que vem instalando em Israel em todos postos, estacionamentos privados e estacionamentos de shoppings, uma plataforma que troca a bateria usada por uma nova em apenas 60 segundos.
A bateria passou a ser do sistema da Better Place e não do dono do veiculo, pagando este apenas pela reposição. E o sistema é que trata de recarregá-la.
A proposta do Governo israelense é que o país, no médio prazo, não use mais gasolina na área automotiva, liberando-se do uso do petróleo e assim dando um exemplo ao mundo de como se liberar do terror geopolítico incentivado por esse combustível. Como é um país pequeno, serve como “case “ inicial.
A novidade e a ousadia chamaram a atenção de outros governos. A Better Place vai instalar uma estação de carregamento de baterias próximo do aeroporto Schiphol, em Amsterdã. A instalação das estações será feita em cooperação com uma empresa local. A estação de recarregamento será usada para mostrar as vantagens da tecnologia da Better Place e convencer o governo holandês a adotar o sistema para que sua população possa usufruir e, consequentemente, contribuir para o meio-ambiente. A Holanda é considerado um dos países mais avançados da Europa que diz respeito à adoção de carros elétricos. O governo está implantando um programa de “transporte verde”, por meio do qual irá comprar dezenas de carros elétricos para analisar sua viabilidade. Amsterdã é considerada uma cidade líder na área. Há dois meses apresentou um programa para o u! so de carros elétricos no centro da cidade. O governo holandês também estuda adotar incentivos fiscais para carros elétricos.
Além de Israel, onde pretende instalar cerca de 200 estações de recarregamento, a Better Place já vendeu o sistema de carros elétricos para Austrália, Japão e Dinamarca.